segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Deputados brasileiros aprovam leis sem conhecimento técnico e cientistas fazem críticas ao Novo Código Florestal que favorece a bancada ruralista no Congresso Nacional

O conhecimento científico deveria ser respeitado no congresso nacional. Nossos políticos leigos decidem mudar as leis sem consultar especialistas nas suas respectivas áreas, e quando consultam e o resultado e contra os objetivos pessoais, ignoram. O objetivo maior é o benefício próprio, não existe uma preocupação com a sociedade brasileira muito menos com as gerações futuras. Infelizmente a população acabou votando nos mesmos políticos gananciosos e corporativistas além dos jogadores de futebol, palhaços e BBB . O futuro esta ameaçado, o clima esta mudando, as catástrofes estão maiores, a corrupção não acaba, o povo egípcio estava certo, o brasileiro é submisso, ACORDA BRASIL !!!!!!!
Marcello Mello

18 / 02 / 2011

Cientistas criticam novo Código Florestal

As duas principais organizações científicas do país publicam nos próximos dias um aguardado relatório sobre a nova versão do Código Florestal Brasileiro. O texto deve esquentar mais ainda o debate sobre a lei no Congresso.

No documento, a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e a ABC (Academia Brasileira de Ciências) dirão que as áreas de preservação permanente, como matas em margens de rio, não podem ser alteradas.

A flexibilização dessas áreas está prevista no texto que segue em análise na
Câmara dos Deputados. Na verdade, continuam os especialistas, a lei atual dá a elas menos proteção do que elas precisam hoje. Essa proteção apenas diminuiria. De acordo com os cientistas, tanto essas áreas quanto as reservas legais precisariam ser mantidas e recompostas para o bem da própria atividade agrícola.

Isso porque culturas como o café, soja e maracujá, por exemplo, dependem de 40% a 100% dos polinizadores que se abrigam nesses locais.

Os cientistas dirão também que o Brasil tem terras de sobra para a expansão da agropecuária, bastando para isso mudar a política agrícola, e que também é possível recuperar as áreas desmatadas de forma irregular.

(Fonte: Claudio Angelo/ Folha.com)